9 de setembro de 2009

Cícero.

Tu ressuscitas a vida que já morreu em mim. Trazes à superfície os bons sentimentos que eu julgara já se terem afogado há muito tempo. Foi das poucas conclusões que cheguei aquando da conversa da noite passada…

Isso não significa que te tenha perdoado. Foi mais um desabafo que tanto precisava de vomitar, de te fazer ver como eu tenho precisado de ti! Por isso, a conversação de ontem não chega. Eu disse tanto e tu tão pouco! Presumo então que tenhas obtido o que querias de mim…

Não me digas mais nada e escreve-me antes uma carta. Como nos bons velhos tempos. Quando as palavras me faziam chorar, bem antes de a tua voz não me despertar mais nada do que a indiferença. Escreve-me, por favor.


7 de setembro de 2009

Sou tão estúpida!

Não sei porque razão me sinto magoada. Não tenho motivos para tal. Tu nunca me prometeste nada, eu sempre aceitei as coisas como elas eram, nunca te pedi para modificares esta embaraçosa situação.
Mas caramba, juro que o meu coração parou durante uns segundos quando te vi a passar, com o olhar inexpressivo, como uma fantasma que me decidiu assombrar por uns instantes!
E nem olhaste para mim. Nada. Provavelmente nem reparaste que eu estava ali parada a contemplar-te, enquanto a multidão se movimentava por todos os lados. E também tu foste com ela para bem longe de mim.

Parabéns Ruben!


Feliz aniversário Ruben *__________*
Minha consciência, meu confidente, meu fofinho preferido! Pelo cheirinho a chocolate, pela caixa de gelado que ainda não comemos, pelas conversas à sombra numa piscina 'clandestina', por tu odiares fogos-de-artifício e eu adorá-los, pelo Ice Tea a 2,5€, eu gosto tanto mas tanto de ti!
Obrigada por me apoiares e por estares sempre do meu lado ;)

5 de setembro de 2009

Última semana.

Começa amanhã a última semana de férias. Depois disso, acabou. Novamente a acordar as 06h45, a apanhar o miserável do autocarro, a ouvir sempre as mesmas histórias a caminho da escola, a passar os intervalos a comer, a aturar a seca das aulas de Português, a ficar 45 minutos à espera para apanhar os transportes públicos, a desesperar por chegar a casa e esticar as pernas, uff!
Preferia mais umas duas semaninhas antes de tudo isto começar. Para estar com quem não estive neste Verão. Para me divertir mais um pouco. Para descansar, coisa que não tenho feito nestas últimas três semanas. Enfim, não se pode ter tudo!...

Resta-me aproveitar bem esta semana, dar mais uns quantos mergulhos, apanhar um pouco de raios UV, dar uns beijinhos naquelas pessoas que depois só vou passar a ver de dois em dois meses, abrir bem as orelhas porque em breve vou voltar a ouvir aquele rol de mexericos e má-língua, não pegar num só livro.

Até breve :)

2 de setembro de 2009

Para o G.L


Tens sido um amor para mim. Obrigada por tudo o que tens feito por mim nos últimos dias, obrigada mesmo (quase que tenho um ataque de choro com isto!). É tão bom saber que acreditas em mim, e que me ajudas a concretizar os meus sonhos!
Vou ser-te sincera, há uns meses atrás, por muito que gostasse de ti e de estar contigo, tinha sérias dúvidas sobre a nossa amizade, se éramos realmente isso, amigos. A tua ausência era mais do que evidente, apesar da constante simpatia e de todo o carinho que sempre me deste.
Agora posso orgulhar-me de já não pôr isso em causa: sim, somos amigos. É tão bom dizer isto! Não te vou meter rótulos, não te vou dizer que és o meu melhor amigo, ou o amigo das saídas à noite, ou o amigo das fotografias. És meu amigo. Ponto.
Vou-te agradecer pela milionésima vez tudo o que me tens dado ao longo deste ano e tal. OBRIGADA! Pelos abraços ternos, por te rires das minhas piadas secas, por ouvires as minhas confidências, por me fazeres todos estes favores, por me meteres com este sorriso palerma e os olhos a brilhar.
Meu anjo, eu adoro-te.

1 de setembro de 2009

Tenho medo de andar de acelera.

Mas tanto que por mais de duas vezes tive visões da minha morte. A cair da dita "mota", a sentir a pele a deslizar contra o alcatrão, muito sangue, os dentes partidos.
E só de pensar que isto vai acontecer muitas mais vezes, até tremo.